sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Cisne Negro (Black Swan)



Já faz um tempo que não dou as caras.
Bom, vim falar de um filme que eu enrolei muito pra assistir, mas quando o fiz não me arrependi. Sim, ele, Cisne Negro, com ela, sim... Natalie Portman.
Não é novidade pra ninguém que eu AMO drama. Mas drama psicológico é algo que faz meus olhos brilharem e se o ator ou a atriz dá um show de interpretação, eu quase me desfaço em lágrimas.
Bom, Cisne Negro era aquele azarão, que todo mundo tem medo de apostar, mas quando aposta não se arrepende. Sim, é um pouco confuso, então NÃO pisca os olhos que você se perde.
Tem muita gente acreditando que a renda utilizada na produção foi alta, que foi compatível com aqueles filmes hollywoodianos cheios de efeitos especiais e tudo o mais, não foi. Na verdade foi bem mais baixo do que a maioria acredita o que é surpreendente, mas não deixa a desejar. Com poucos efeitos especiais, se destacando é claro, o momento em que ela se transforma em Cisne Negro, o que dá mais “choque”, por assim dizer, é o jogo de câmeras que acontece em praticamente todo o filme é de tirar o folego em vários momentos, claro que o sucesso disso se deve à sintonia entre o diretor fotográfico e o diretor geral.
Natalie Portman não dá apenas um show de interpretação, ela dá uma aula propriamente dita. Eu, particularmente, apesar de gostar muito dela e de seu talento, não esperava por algo tão magnifico. Fazer a troca de personalidade, como é colocado no longa, é algo muito difícil e a Natalie fez isso com uma sutileza que é admirável. Nina (a personagem principal), levanta um tema que muitos não têm conhecimento, o Transtorno Borderline ou, pra melhor entendimento, Transtorno de Dupla Personalidade, é uma doença psicológica até muito comum. Pra explicar de modo simples, alguém que tem essa doença possui uma personalidade dominante, aquilo que vemos todos os dias e outra que é oprimida na maior parte do tempo, o que não é tão incomum quanto se imagina. Sabe aquela voz na sua cabeça que sente vontade de quebrar tudo e machucar todos quando você está com raiva? É mais ou menos isso, mais intenso e incontrolável, só que sem a sua consciência. É como se fossem duas pessoas distintas em uma só; e uma não soubesse da existência da outra. Então, a personagem tem essa doença e o Cisne Negro representa tudo o que ela tem vontade de fazer e ser, mas não faz por questões de princípios e também questões morais. A relação entre mãe e filha é opressiva e perturbadora, uma vez que esta deposita todos os http://www.blogger.com/img/blank.gifsonhos, vontades e frustrações pessoais na filha, o que piora tudo ainda mais, juntamente com a pressão de ser perfeita na apresentação e o assédio do diretor do espetáculo. Com o tempo o lado perverso “quer se libertar”, é quando Nina perde o controle e o lado negro, se puder chamar assim, aflora e começa a tomar conta.
Mila Kunis, a antagonista, não faz por menos, ela soube ser esguia (esse termo me lembra uma serpente, por isso usei) e maliciosa no ponto certo. Lily é tudo o que Nina não é, representa o Cisne Negro perfeito, também joga muito bem com a cabeça da personagem central.

Diante disso, ainda precisa perguntar se eu indico? ;-D

Enjoy it!

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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II (Harry Potter and the Deathly Hallows - Part II)



Há mais de um ano atrás, inaugurei este blog com a postagem referente à primeira parte do último filme da série Harry Potter. Hoje, volto aqui para falar de seu final, consagrando-se como uma das maiores franquias cinematográficas da história.
Tentarei ser imparcial, mas já aviso que para uma fã da saga, isso é muito difícil.
Confesso que, como fã, criei uma expectativa acima da média para o filme. Então, obviamente, tive algumas frustrações. Porém, nada que deva levar tanto em consideração. “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I e II” continua sendo uma das melhores adaptações do livro, em minha opinião. (quando vejo como “dividir” o livro foi tão bom, penso que isso poderia ter sido feito com “O Enigma do Príncipe”, teria sido muito mais proveitoso. Enfim...)
Continuando a saga de Harry e seus amigos em busca das Horcruxes de Voldemort, Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II tem ação do início ao fim. Na verdade, ação até demais para o meu gosto. Tem horas que você chega a se perder um pouco: muita informação em muito pouco tempo.
Mas, tais falhas são bem compensadas pelas brilhantes atuações do longa. Em especial Helena Bonham Carter (Bellatrix Lestrange) que teve sua participação muito mais ativa neste filme, destacando, principalmente, a cena em que ela é, na verdade, Hermione, após tomar a poção poliusco. Simplesmente, brilhante. Mostrando mais ainda a excelente atriz que é.
Na verdade, não há como questionar o talento dos atores. Elenco muito bem sincronizado, ainda mais após 10 anos de trabalho. Fora o crescimento (pessoal e profissional) que notamos, especialmente, nos atores mirins (hoje já adultos).
No mais, digo que a saga foi muito bem representada nas telonas. Mas sempre indico o livro, claro!
Senti falta de muita coisa, mas adorei algumas importantes modificações que ficaram um pouco sem graça no livro. Acabou uma coisa compensando a outra.
Bom...essa é uma opinião de quem tem algum comparativo, né?!? Acredito que os que vieram a ser fãs de Harry Potter pelos filmes – e se mantiveram apenas neles - ficaram muito felizes com esse “final épico”.





sábado, 2 de julho de 2011

Alice no País das Maravilhas (Alice In Wonderland)




Antes de mais nada eu tenho que dizer que sou suspeita pra falar sobre o Tim Burton. Pelo simples fato de que acho o cara G-E-N-I-A-L! Tenho uma fascinação enorme por ele. hahaha.
Quando eu soube que o Tim ia regravar Alice no País das Maravilhas fiquei me perguntando se talvez daria certo, mas quando assisti vi que ficou perfeito, ele explorou bem os livros (Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho). Da escolha dos atores à trilha sonora, e claro, cada detalhe nas filmagens. Cenas que me deixaram de boca aberta. Aquele ar doentio e sombrio, extremamente intrigante, dócil e perigoso, mas completamente fascinante que só o Tim pra ter.
Bom, com Johnny Depp, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter e Alan Rickman, fica difícil fazer um filme que não seja, no mínimo, muito bom. Mia Wasikowska (tente pronunciar) está a altura, mas também com esses mestres quem não fica né?
E o Valete de Copas (Crispin Glover) que me deixa meio tensa...
Vale a pena perder 108 minutos do seu fim de semana pra checar e correr aqui pra dizer se concorda ou não. ;]

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Prenda-me se for capaz (Catch me if you can)


Bom, meus caros, começarei dando três bons motivos para vocês assistirem à esse filme:
1. Steven Spielperg
2. Tom Hanks
3. Leonardo DiCaprio

Acreditem.... que combinação!!
Baseado em fatos reais, "Prenda-me se for capaz" conta a história de Frank W. Abagnale Jr. (Leonardo DiCaprio), um golpista que se faz passar por piloto de avião, advogado e médico. Detalhe: tudo isso, antes de completar 21 anos.
Pois é... um cara assim, realmente merece um filme. (vai dizer que não?!)
É impressionante como Frank consegue enlouquecer o agente do FBI, Carl Hanratty (Tom Hanks), chegando a provocá-lo à todo momento.
O cara foi corajoso.
De qualquer forma, Leonardo DiCaprio nos presenteia com uma de suas melhores atuações, em minha opinião! E Tom Hanks, bom, esse dispensa qualquer comentário!
É uma história intrigante. Você se pergunta a todo momento se o agente será mesmo capaz de prender o Frank...
Se ele consegue? Bom, claro que não vou contar.
Vejam o filme e se surpreendam com o que Abagnale Jr. foi capaz de fazer!




Obs.: eu ficaria feliz se conseguisse encontrar trailers legendados...o máximo que consegui, foi essa cena: http://www.youtube.com/watch?v=3W9pwvvVBGg (que já vale a pena....hehehe)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Mamma Mia!



Adoro musicais e Mamma Mia! faz parte da minha lista.
É leve, bem humorado, bem escrito e tem Abba na trilha sonora...já é mais que válido!
O melhor de tudo é que os atores realmente cantam, sou suspeita pra falar da Amanda Seyfried (hahaha).

É mais fácil vocês conferirem do que eu ficar falando. Muito bom!

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Across the Universe (Across the universe)

Antes, queria pedir desculpas pela demora de posts. Tivemos uns problemas técnicos. ;)

Bom...vamos ao filme.



Sou uma pessoa muito apaixonada por musical. E quando recebi a segunda indicação deste (a primeira sendo da Gabi), procurei imediatamente. Não que eu não confie no gosto da Gabi, né?! Sem comentários..
Enfim....

"Across the universe", que se passa nos anos 60, conta a história de Jude (Jim Sturgess), um britânico que decide ir à América, procurar por seu pai. Quando chega aqui, ele conhece Max (Joe Anderson) e sua irmã, Lucy (Evan Rachel Wood), pela qual ele se apaixona. (um pouco óbvio, claro..hahaha). Com isso, Jude acaba ficando nos Estados Unidos por mais tempo do que o previsto, quando foi apenas procurar seu pai.
Em meio à guerra do Vietnã, onde Lucy perde seu namorado, e embalados pelas músicas dos Beatles, "Across the universe" conta um pouco mais que uma simples história de amor. Também é uma história de pessoas que lutam pelo seus ideais. De pessoas que correm atrás de seus objetivos.
Tudo isso entrelaçado de uma forma linda. À cada música, à cada cena. Uma sincronia maravilhosa.

Isso sem contar nos atores. Já tinha visto outro filme do Jim, mas não sabia que ele cantava tão bem. Idem para a Evan. Tanto um, quanto o outro, me surpreenderam.

Ah...enfim..é Beatles, né?!? ;)
Pra quem curte, vale só pela trilha sonora.




domingo, 27 de março de 2011

Meu Cachorro Skip (My Dog Skip)


E de volta ao drama, pra minha felicidade.
É um dos filmes que mais adoro. A escolha dos atores foi excelente, mas o show todo é do cachorrinho, ele é muito expressivo e cheio de vida.
Não vamos levar em conta o quanto eu me identifico com o garotinho.
A parte técnica é algo a parte, fotografia, sonoplastia, direção, não tenho o que comentar.
Vale muito a pena assistir acompanhado, e se você e sua companhia amarem animais, por favor não esqueçam da caixinha de lenços, pois será muito necessário.
Ah e vale lembrar que é baseado numa história real.

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terça-feira, 22 de março de 2011

Um sonho de liberdade (The Shawshank Redemption)


“Um sonho de Liberdade” é o tipo de filme que eu gosto: instigante e surpreendente. Você fica vidrado o tempo todo. Querendo descobrir o grande “X” da questão!

A trama se passa em uma penitenciária. Onde um banqueiro, Andy (Tim Robbins), é acusado de matar sua mulher e o amante, condenado à prisão perpétua. Após um tempo, ele conhece e fica amigo de Ellis (Morgan Freeman), que está preso há mais de 20 anos, tentando uma condicional. (Atenção ao elenco, por favor! Afinal, Morgan Freeman - em especial - dispensa qualquer comentário)

Aos poucos, em meio às descobertas do lado escuro da penitenciária, Andy passa a montar uma biblioteca para os presos e ajudar, paralelamente, o diretor corrupto do presídio, com suas "finanças". Dentre outras coisas...hehehe

É interessante contar que assisti este filme quando fiz o curso de Gestão Empresarial. Ele dá uma lição MUITO boa de Planejamento Estratégico. Aliás, filme obrigatório para quem pretende seguir a carreira de administrador (huum...na verdade, eu considero obrigatório pra qualquer um, de qualquer forma...hahahaha)

Vale ficar atento aos detalhes. Perceber como inteligência é algo que pode te fazer superar qualquer obstáculo, desde que usada sabiamente. E que é essencial acreditar na sua capacidade de superar e, acima de tudo, esperar.

O filme é EXCELENTE. Assistam!

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quarta-feira, 2 de março de 2011

O Estranho Mundo de Jack (Nightmare Before Christmas)


Variando um pouco e saindo do drama, vamos falar desse filme que fez parte da infância de muitos.
Produzido por ele, um dos caras mais fantásticos do cinema, Tim Burton. Ao contrário do que muitos pensam, ele não dirigiu essa animação, só produziu e ajudou a adaptar o roteiro e compor algumas músicas. Ainda assim, não nega ser um filme dele. Tem várias teorias por trás da história, pois tem um pouco da simbologia pagã e faz uma mistura muito delicada das religiões.
Não tem o que comentar da fotografia e direção, é genial, principalmente a fotografia. Filmes em stop motion, precisam da fotografia mais que tudo, então não preciso comentar isso. Não sabe o que é stop motion? Clique aqui. (via wikipédia).
A narração é do Vincent Price, só uma das melhores vozes.
Com relação ao enredo, se uma criança assiste, dá uma empolgação pro Natal de uma forma inexplicavelmente estranha; se um adulto assiste, sente falta da infância.
Vale a pena checar pra quem não viu, ou rever pra quem já viu. Dublado ou legendado, vale a pena.

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

As Melhores Coisas do Mundo

Antes de qualquer coisa, quero pedir licença à Gabi e deixar aqui minha declaração (e desabafo) a respeito do cinema nacional:
Ele é muito mais amplo do que o que é realmente divulgado. O cinema nacional vai além das comédias e dos tiroteios vistos, respectivamente, em “Se eu fosse você” e “Tropa de Elite” (dois dos maiores sucessos de bilheteria da categoria). O cinema brasileiro também tem sua parte dramática. E muito boa, por sinal. O que falta é um pouco de valorização desse ramo. Falta ao próprio brasileiro, um pouco disso também. Não que eu considere os filmes citados acima, ruins. Pelo contrário, são ótimos e recomendo. Porém, acho que está
na hora da mídia dar o devido valor a outros tantos que conseguem encantar pela sua simplicidade.

É exatamente por isso que resolvi falar sobre o filme “As melhores coisas do mundo".




Com a direção de Laís Bodanzky e um elenco que mescla nomes conhecidos a outros totalmente novos, o filme aborda de uma maneira simples e “identificável”, a vida e os problemas enfrentados na adolescência.

As Melhores Coisas do Mundo” narra a história de Mano (Francisco Miguez), um jovem de classe média em seus 15 anos, que enfrenta o divórcio de seus pais, a relação com seu irmão mais velho, os encontros e desencontros do primeiro amor, a perda da virgindade, relação com amigos, entre outras coisas.

Aí você vem e fala: parece Malhação. É, tem uma semelhança, sim. Confesso. Mas, o filme eu recomendo, já Malhação...enfim, passei dessa fase. (rsrs)

É um filme que indico para toda família, de verdade. Ele vai muito além das “briguinhas” retratadas em Malhação, ele tem contexto. É muito mais próximo da realidade adolescente que muitas outras histórias por aí.

O roteiro foi inspirado nos livros “Mano“, de Gilberto Dimenstein e Heloísa Prieto e desenvolvido por adolescentes, em uma pesquisa realizada nas escolas pela própria Laís. O que fez essa proximidade maior com a realidade. Da mesma forma, o elenco principal (de adolescentes) foi selecionado dessas escolas. Aliás, um excelente trabalho. Os atores, totalmente inexperientes, deram um show de interpretação.

As melhores coisas do Mundo” deu à Laís Bondanzki o prêmio de melhor direção no APCA e chegou a integrar à lista de possíveis indicados ao Oscar, porém não foi selecionado.

É um bom filme? SIM. Do tipo pra ver, dar risadas e se emocionar um pouco, até pelas lembranças que podem trazer. Indico, principalmente, pelo fato de ser um nacional que foge do convencional tão mencionado acima. Pelo roteiro, pela direção e pelo elenco. Vale a pena!

Obs.¹: Por favor, não julguem o filme pelo fato de ter o Fiuk no elenco.
Obs.²: Para quem achou o nome da diretora familiar, fica mais um motivo pra ver o filme: foi ela quem dirigiu o renomado “
Bicho de Sete Cabeças”.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Amigo Oculto (Hide And Seek)


É, eu não consigo sair totalmente do drama. Mas esse filme tem toques dramáticos, o bom mesmo nele é o suspense.
Bem dirigido e bem estrelado, esse filme tem um ar que quase chega ao terror em certos momentos, uma tensão que é mantida do começo ao fim. Não adianta o quanto você vai prestar atenção, não há nada que indique o final que tem.
Dakota Fanning, eu preciso escrever mais? Dá um medo dela em certas horas, depois você tem pena dela, depois vem o medo de novo, aí você acha que ela é a culpada, depois não acha mais e assim vai o tempo todo. Robert De Niro, só o nome já diz muito e já nao posso escrever mais nada pois não tem. Famke Jansen, por incrível que pareça, ela é fundamental no enredo. E Elisabeth Shue, a personagem dela é o gatilho de tudo, mas como ela se mata logo no começo, não tem muito o que comentar mesmo.
O que eu digo é: Charlie é real, não é quem você vai pensar e ele dá um baita medo.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Enrolados (Tangled)



Bom, acho que já deu pra vocês perceberem como eu e a Gabi gostamos de um drama. Huum...que tal sair um pouco dessa linha dramática, hein??
Ok. Então, mudando um pouco (radicalmente), vou direto para uma animação. Não uma simples animação, uma EXCELENTE animação. A minha primeira conclusão após ver este filme foi: "gente...eu não conhecia a história da Rapunzel!!".
Tá, que ela ficava presa num castelo e a famosa frase "jogue suas tranças, Rapunzel", isso eu conhecia. Mas, a história em si, era desconhecida pra mim.
Não que fizesse alguma diferença, até porque, o filme não é fiel à verdadeira história (isso se a Wikipedia estiver certa...rsrsrs).
De qualquer forma, falemos do filme.
Muito, mas MUITO engraçado. Ri do começo ao fim!!
Ouvi falar que este foi um dos filmes mais caros da Disney. Especialmente o formato em 3D, porque os cabelos tinham que ser feitos FIO A FIO! (trabalho nenhum, né?)
Mas, olha, valeu a pena. Vi a versão 3D e recomendo. Ele foi feito para ser assistido neste formato, acredito que perde um pouco a "magia" vê-lo em 2D.
Ahh...e o cavalo!!! Gente...o cavalo é o melhor!! Incrível como os animais em animação, sempre têm maior destaque, né?? (ah sim, o camaleão também é digno de atenção! huahuahua)
Enfim...o filme é uma graça!Tenho que confessar: me sinto uma criança feliz ao ver animação. Ou uma adulta mesmo, que reencontra com sua criança. Acho que, por isso, gosto tanto de desenhos e afins! hahaha

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sempre Ao Seu Lado (Hachiko: A Dog's Story)


Um filme lindo com toda certeza, não conheço uma pessoa que não tenha chorado ao assistir, inclusive eu. O roteiro foi muito bem feito, suave e emocionante do começo ao fim e excede espectativas por se tratar de uma história real. Richard Gere é um caso a parte, dá pra criticar um cara desses? Não. Mas o show mesmo fica por conta do cachorro de raça akita, por mais estranho que isso possa parecer, o cão é muito expressivo e claro, é ele que vai te fazer chorar.
Apesar da história real ter sido no Japão e o filme ter sido rodado nos EUA, a direção fotográfica ficou muito boa, vale a pena ver com uma bacia de pipoca numa mão e a caixinha de lenços na outra.
Uma lição de amor incondicional, fidelidade e lealdade por uma vida inteira. E o melhor, do ponto de vista do cão, não do ser humano, o que torna tudo ainda mais emocionante.
Dica: não assista sozinho. ;]

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O Leitor (The Reader)

Há tempos havia ouvido falar sobre esse filme. Porém, só consegui assisti-lo por esses dias.
Li uma citação dele no blog Insônia Insana e fiquei encantada (sim, eu fico boba com essas coisas de amor. Gosto e pronto. rsrs)! Foi isso que me incentivou a assistí-lo.
Mas, enfim...vamos ao que interessa: o filme.
“O Leitor” deu o Oscar de melhor atriz à Kate Winsley, o que, ao meu ver, foi muito merecido. Interpretação fantástica.
A temática do filme é muito forte, mas encanta de uma forma única. O drama que envolve a personagem central (hey, Kate! xD) comove muito. É um filme pra chorar, logo, sugiro que seja visto com uma boa caixa de lenço ao lado (sim, também gosto de filme que chora, desculpem-me...rs). Ele fala sobre “até onde vamos” por sentir vergonha de algo. Aquela coisa do ser humano de se fazer de algo que não é, por vergonha do que realmente é.
É o tipo de filme que te mantém preso à tela, te deixa aflito pra querer saber o que virá a seguir. O “menino” (David Kross) também dá um show de interpretação, só dando mais gosto pela história.
O filme é baseado em um livro que, infelizmente, ainda não tive oportunidade de ler. Portanto não posso falar dele quanto à sua adaptação. Analiso como um filme de roteiro original, após ler o livro, quem sabe volto a falar desse assunto...hehe (caso alguém já tenha lido o livro, seria interessante opiniões sobre).
E é isso....assistam "O Leitor". Encantem-se por esse filme surpreendente, comovente e LINDO!

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Sem Medo de Morrer (The Life Before Her Eyes)



Gabi Nobrega: Com certeza esse filme está na minha lista Top 10, fotografia excelente, direção muito bem feita, roteiro que prende, e as atuações são de tirar o fôlego. Uma Thurman dá show; Gabriella Brennan (a garotinha) surpreende pela pouca idade que tem e ser tão talentosa; Eva Amurri é mais pra equilibrar, achei sua personagem meio sem sal, mas se ela ficaria sem sentido e Evan Rachel Wood é um espetáculo a parte, ta ela é uma das minhas atrizes favoritas, mas essa tem um talento que a gente não vê todos os dias, além de linda.
As cores são muito importantes pro enredo, tudo foi trabalhado em cima disso, nos momentos mais intensos ou não, o jogo de cores que foi feito, mexe com as emoções do espectador e isso é resultado de uma direção de fotografia muito bem trabalhada, é um detalhe pra se prestar atenção.
É um filme, que possivelmente você chorará, mas tem que prestar muita atenção, nem tudo é oque parece e o final surpreende, sem contar que relembra a questão daqueles alunos que entram armados na escola e saem matando todo mundo. Talvez alguns se percam no final, como eu disse, tem que prestar muita atenção senão não entende mesmo.
Eu recomendo pra todo mundo que conheço e agora pra vocês. ASSISTAM!

Tânia Saad: Realmente a Gabi recomenda esse filme pra todo mundo que conhece. Ao menos, indicou pra mim e, pela indicação, assisti. Afirmo a opinião dela e, agora, dou a minha.
Surpreendente, realmente define esse filme. Com flashes há todo momento do passado e do presente. Se tornando até um pouco confuso, às vezes. Por isso, também insisto: prestem muita atenção. Vale a pena conferir, sem dúvidas. O roteiro é genial. E a dinâmica dada ao mesmo, também. Só assistindo mesmo para ter uma noção do que estamos falando.
O tema é polêmico. Há uma tensão transmitida pela cena principal do filme do início ao fim, sendo liberada apenas no final. Aliás, QUE FINAL! Não basta ser surpreendente, tem que saber surpreender. E esse consegue.
Vou plagiar a Gabi: ASSISTAM!


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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Uma Prova de Amor (My Sister's Keeper)


Esse filme...
É um dos mais difíceis que eu tenho pra comentar, ele mexe comigo de tantas formas; não, eu nunca tive câncer, e não é da conta de vocês o que aconteceu...rs.
Bom, fotografia linda, direção excelente e atuação...maravilhosa. Cameron Diaz mostra que ela se dá bem no drama também, e Abigail Breslin dá um show, mesmo sendo tão novinha, não vou contar o final, mas leve na sua mente a seguinte frase (clichê, mas real): "Nem tudo é o que parece".
Só digo uma coisa, uma das surpresas do filme está com a personagem do Alec Baldwin, o resto vocês descubrem no final.

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Trailer:

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Gattaca - A Experiência Genética (Gattaca)


Um amigo me indicou esse filme há alguns anos atrás. Desde então, sempre que me perguntam minha lista de ‘filmes preferidos’, eu toco no nome dele.
Por quê? Porque, acima de tudo, ele trás uma mensagem maravilhosa.

É um filme de ficção científica. No futuro, todos os seres humanos são criados (geneticamente) para serem perfeitos. Os que não são criados assim (leia-se concebidos “naturalmente”), já nascem com seus possíveis problemas diagnosticados e são descartados pela sociedade. Como “inválidos”.
Vincent (Ethan Hawke) é uma dessas pessoas. Porém, ele consegue infiltrar em uma corporação, a fim de realizar seu grande sonho que, por ser inválido, parece impossível de se realizar. E...bom, não vou contar o final do filme, né?? Assistam, pois vale muito a pena.

Dá uma lição de vida espetacular! Isso, fora o elenco: Ethan Hawke, Uma Thurman e Jude Law, que, para mim, dispensa comentários.


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Trailer:

sábado, 27 de novembro de 2010

Um Sonho Possível (The Blind Side)


Quem não ouviu falar desse filme? Foi o que deu o Oscar de Melhor Atriz pra (genial) Sandra Bullock. Bom, minha opinião:
Além do show de interpretação da Sandra Bullock, o Quinton Aaron também não deixa a desejar. Bem escrito, muito bem dirigido, aliás a direção de fotografia está excelente.
Um drama leve, com uns momentos de comédia, sim, é um filme em que você vai rir e chorar. O problema do filme é que tudo é perfeitinho demais, a família é muito perfeita, não há discussões, isso dá uma leve estragadinha, mas nada que afete tanto o filme, não é parado demais e faz a gente repensar algumas coisas. É interessante e prende a atenção. Super recomendo!

Mais informações sobre o filme.

Trailer:

domingo, 21 de novembro de 2010

Harry Potter e as Relíquias da Morte (Parte 1)


Bom...já que vamos falar de cinema, nada mais justo que estreiar o blog falando sobre um dos maiores sucessos do cinema mundial: Harry Potter.
Tudo bem, você pode até nunca ter visto. Mas, com certeza, já ouviu falar do bruxinho mais famoso dos últimos tempos.

Essa semana (dia 19/11/2010), estreiou a primeira parte do último filme dessa série que já conquista milhares de fãs. E ontem, eu tive o prazer de assistí-la.
Sem dar muitos detalhes do filme, o que posso dizer é: para mim, foi uma das melhores adaptações que já fizeram. Fatos importantes muito bem lembrados, compactados de uma forma de fácil entendimento. Tanto para aqueles que já leram, quanto para os que não.
Confesso que ontem a caminho do cinema, eu pensava “estou criando muita expectativa, só falta o filme não ser nem metade do que espero”. Obrigada, David Yates (diretor), por não confirmar essa minha teoria.
Tinha lido algumas críticas que diziam que o filme era muito parado e dava a sensação de não finalizado. Bom, de certa forma, isso realmente acontece. Mas, não podemos esquecer que esse filme, se trata de uma metade de um livro. Realmente, não tinha como deixá-lo com uma sensação de final. (acho que não preciso deixar claro que isso é a MINHA opinião, né?). E digo mais: adorei a parte (e a cena) em que esse filme terminou!
Dividir o livro em dois filmes foi uma ótima idéia. Quando fiquei sabendo dessa divisão pensei: “ótimo, assim eles poderão ser mais fiéis ao livro”. Ao menos nessa primeira parte, foi isso que aconteceu. (não comentemos o fato dos ganhos que os envolvidos terão com essa história...)
Muitas coisas ainda estão por se resolver. Muitos mistérios ficaram para a Parte 2. E, obviamente, o clímax principal do livro, também. A Parte 1 veio para nos deixar com um gostinho de “quero mais”. Com aquela sensação de vazio, por ainda faltar muita coisa para acontecer. Mas dou meus parabéns ao diretor, David Yates, que soube conduzir de uma forma muito boa (ainda bem, né David?? Depois de HP5 e HP6...), uma parte que tinha tudo pra ser chata. Sim, chata. Quem já leu o livro, sabe do que estou falando (rsrsrs).

No mais, só posso dizer: CHEGA LOGO JULHO DE 2011, porque eu quero ver a Parte 2!!


Mais informações sobre Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 1, clique aqui.