Uma parceria entre Gabrielle Nobrega e Tânia Saad, para dar dicas de filmes para quem se interessar. Somos apaixonadas por cinema e queremos repartir essa paixão com vocês.
Esse filme... É um dos mais difíceis que eu tenho pra comentar, ele mexe comigo de tantas formas; não, eu nunca tive câncer, e não é da conta de vocês o que aconteceu...rs. Bom, fotografia linda, direção excelente e atuação...maravilhosa. Cameron Diaz mostra que ela se dá bem no drama também, e Abigail Breslin dá um show, mesmo sendo tão novinha, não vou contar o final, mas leve na sua mente a seguinte frase (clichê, mas real): "Nem tudo é o que parece". Só digo uma coisa, uma das surpresas do filme está com a personagem do Alec Baldwin, o resto vocês descubrem no final.
Um amigo me indicou esse filme há alguns anos atrás. Desde então, sempre que me perguntam minha lista de ‘filmes preferidos’, eu toco no nome dele. Por quê? Porque, acima de tudo, ele trás uma mensagem maravilhosa.
É um filme de ficção científica. No futuro, todos os seres humanos são criados (geneticamente) para serem perfeitos. Os que não são criados assim (leia-se concebidos “naturalmente”), já nascem com seus possíveis problemas diagnosticados e são descartados pela sociedade. Como “inválidos”. Vincent (Ethan Hawke) é uma dessas pessoas. Porém, ele consegue infiltrar em uma corporação, a fim de realizar seu grande sonho que, por ser inválido, parece impossível de se realizar. E...bom, não vou contar o final do filme, né?? Assistam, pois vale muito a pena.
Dá uma lição de vida espetacular! Isso, fora o elenco: Ethan Hawke, Uma Thurman e Jude Law, que, para mim, dispensa comentários.
Quem não ouviu falar desse filme? Foi o que deu o Oscar de Melhor Atriz pra (genial) Sandra Bullock. Bom, minha opinião: Além do show de interpretação da Sandra Bullock, o Quinton Aaron também não deixa a desejar. Bem escrito, muito bem dirigido, aliás a direção de fotografia está excelente. Um drama leve, com uns momentos de comédia, sim, é um filme em que você vai rir e chorar. O problema do filme é que tudo é perfeitinho demais, a família é muito perfeita, não há discussões, isso dá uma leve estragadinha, mas nada que afete tanto o filme, não é parado demais e faz a gente repensar algumas coisas. É interessante e prende a atenção. Super recomendo!
Bom...já que vamos falar de cinema, nada mais justo que estreiar o blog falando sobre um dos maiores sucessos do cinema mundial: Harry Potter. Tudo bem, você pode até nunca ter visto. Mas, com certeza, já ouviu falar do bruxinho mais famoso dos últimos tempos.
Essa semana (dia 19/11/2010), estreiou a primeira parte do último filme dessa série que já conquista milhares de fãs. E ontem, eu tive o prazer de assistí-la. Sem dar muitos detalhes do filme, o que posso dizer é: para mim, foi uma das melhores adaptações que já fizeram. Fatos importantes muito bem lembrados, compactados de uma forma de fácil entendimento. Tanto para aqueles que já leram, quanto para os que não. Confesso que ontem a caminho do cinema, eu pensava “estou criando muita expectativa, só falta o filme não ser nem metade do que espero”. Obrigada, David Yates (diretor), por não confirmar essa minha teoria. Tinha lido algumas críticas que diziam que o filme era muito parado e dava a sensação de não finalizado. Bom, de certa forma, isso realmente acontece. Mas, não podemos esquecer que esse filme, se trata de uma metade de um livro. Realmente, não tinha como deixá-lo com uma sensação de final. (acho que não preciso deixar claro que isso é a MINHA opinião, né?). E digo mais: adorei a parte (e a cena) em que esse filme terminou! Dividir o livro em dois filmes foi uma ótima idéia. Quando fiquei sabendo dessa divisão pensei: “ótimo, assim eles poderão ser mais fiéis ao livro”. Ao menos nessa primeira parte, foi isso que aconteceu. (não comentemos o fato dos ganhos que os envolvidos terão com essa história...) Muitas coisas ainda estão por se resolver. Muitos mistérios ficaram para a Parte 2. E, obviamente, o clímax principal do livro, também. A Parte 1 veio para nos deixar com um gostinho de “quero mais”. Com aquela sensação de vazio, por ainda faltar muita coisa para acontecer. Mas dou meus parabéns ao diretor, David Yates, que soube conduzir de uma forma muito boa (ainda bem, né David?? Depois de HP5 e HP6...), uma parte que tinha tudo pra ser chata. Sim, chata. Quem já leu o livro, sabe do que estou falando (rsrsrs).
No mais, só posso dizer: CHEGA LOGO JULHO DE 2011, porque eu quero ver a Parte 2!!
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